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Tensões Globais
Lá fora, a semana foi marcada por um vaivém de tensões geopolíticas que mexeram com os mercados. As bolsas americanas, por exemplo, viveram momentos de estresse no início da semana: na terça-feira, o S&P 500 perdeu cerca de 2,06%, enquanto o Nasdaq caiu cerca de 2,39%, diante das ameaças tarifárias e incertezas comerciais. Em seguida, o humor melhorou, com o S&P 500 subindo em torno de 1,16% na quarta-feira e mais cerca de 0,55% na quinta-feira, refletindo um alívio em algumas disputas comerciais e políticas internacionais.
Enquanto isso, o petróleo teve seus altos e baixos, influenciado por um aumento inesperado nos estoques americanos e por sinais de distensão em conflitos globais.
Esses movimentos mostram como o mercado internacional ainda opera com cautela, reagindo a cada nova notícia.
Ibovespa em Festa, Recordes e Mais Recordes
O Ibovespa, nosso principal índice da bolsa, não parou de surpreender ao longo da semana. Na quarta-feira, dia 21 de janeiro, disparou 3,33%, fechando em 171.969 pontos, um recorde histórico. No dia seguinte, subiu mais 2,20%, atingindo 175.589 pontos, com picos intraday que chegaram a 177.741. Hoje, alcançou 178.160 pontos.
O volume de negócios também impressionou, com giros de R$ 43,3 bilhões na quinta e R$ 44 bilhões na sexta, mais que o dobro de um dia comum.
O que explica essa euforia? Um fluxo maciço de capital estrangeiro, que já injetou quase R$ 9 bilhões na B3 só neste mês. Empresas como Vale, que sobe aproximadamente 7,85% na semana, aos R$ 84,80, e Petrobras, com alta de 8,85% no mesmo período, lideraram o rali pelo peso na composição do índice. Os bancos também entraram na dança, com ganhos expressivos: Itaú subiu 10,50% na semana, enquanto o Banco do Brasil avançou aproximadamente 13%. Esses números mostram que o Brasil está no radar dos investidores globais como um porto seguro em meio às incertezas lá fora.
Real Ganha Força Sobre o Dólar da Selic, ainda em níveis elevados.
Essa queda do dólar também traz um efeito colateral positivo: ajuda a conter a inflação, já que produtos importados ficam mais baratos. Isso pode influenciar as decisões do Banco Central sobre os juros. Há quem aposte que um corte na Selic pode vir já em março, se o cenário continuar favorável, e esse é o caminho que vem
se desenhando.
Números que Falam: Agenda Econômica
Por fim, não dá para ignorar os dados econômicos que pautaram a semana. Nos Estados Unidos, o PIB do terceiro trimestre veio acima do esperado, com crescimento anualizado robusto, enquanto o índice de preços PCE de novembro avançou 0,2%, em linha com as projeções do mercado.
Esses indicadores funcionam como um termômetro do que está por vir. Um PIB mais forte tende a reduzir o espaço para cortes de juros pelo Fed, enquanto a arrecadação recorde no Brasil dá fôlego fiscal ao governo e ajuda a sustentar a estabilidade econômica. Para o investidor, é um sinal de que o país segue atraente, mas ainda
dependente do humor do cenário global.
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Enquanto isso, o petróleo teve seus altos e baixos, influenciado por um aumento inesperado nos estoques americanos e por sinais de distensão em conflitos globais.
Esses movimentos mostram como o mercado internacional ainda opera com cautela, reagindo a cada nova notícia.
Ibovespa em Festa, Recordes e Mais Recordes
O Ibovespa, nosso principal índice da bolsa, não parou de surpreender ao longo da semana. Na quarta-feira, dia 21 de janeiro, disparou 3,33%, fechando em 171.969 pontos, um recorde histórico. No dia seguinte, subiu mais 2,20%, atingindo 175.589 pontos, com picos intraday que chegaram a 177.741. Hoje, alcançou 178.160 pontos.
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O que explica essa euforia? Um fluxo maciço de capital estrangeiro, que já injetou quase R$ 9 bilhões na B3 só neste mês. Empresas como Vale, que sobe aproximadamente 7,85% na semana, aos R$ 84,80, e Petrobras, com alta de 8,85% no mesmo período, lideraram o rali pelo peso na composição do índice. Os bancos também entraram na dança, com ganhos expressivos: Itaú subiu 10,50% na semana, enquanto o Banco do Brasil avançou aproximadamente 13%. Esses números mostram que o Brasil está no radar dos investidores globais como um porto seguro em meio às incertezas lá fora.
Real Ganha Força Sobre o Dólar da Selic, ainda em níveis elevados.
Essa queda do dólar também traz um efeito colateral positivo: ajuda a conter a inflação, já que produtos importados ficam mais baratos. Isso pode influenciar as decisões do Banco Central sobre os juros. Há quem aposte que um corte na Selic pode vir já em março, se o cenário continuar favorável, e esse é o caminho que vem
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Números que Falam: Agenda Econômica
Por fim, não dá para ignorar os dados econômicos que pautaram a semana. Nos Estados Unidos, o PIB do terceiro trimestre veio acima do esperado, com crescimento anualizado robusto, enquanto o índice de preços PCE de novembro avançou 0,2%, em linha com as projeções do mercado.
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