array(31) {
["id"]=>
int(176392)
["title"]=>
string(100) "Presente de Natal: Cemig, Petrobras e listadas na B3 pagam bilhões para acionistas; confira ranking"
["content"]=>
string(4889) "Presente de Natal para acionistas de várias empresas listadas na B3, a Bolsa de Valores brasileira. Bilhões de reais em dividendos estão sendo distribuídos em um ano de recorde da Bolsa. A Cemig, por exemplo, anunciou que pagará, em 30 de dezembro, R$ 417,30 milhões para quem possui ações da empresa. Em abril, já havia anunciado outros R$ 942 milhões, somando, portanto, mais de R$ 1,3 bilhão no ano. Apesar de o valor superar o prêmio da Mega da Virada, o montante da companhia mineira não é um dos maiores entre as empresas que estão remunerando seus acionistas.
Líder do ranking, a Petrobras anunciou pagamentos de R$ 37,3 bilhões nos três primeiros trimestres de 2025. Em seguida aparece o Itaú, que até setembro liberou R$ 28,2 bilhões em dividendos. A Vale repassa R$ 19,4 bilhões e fecha o “pódio” dos três maiores em liberação de proventos.
O Ibovespa, principal índice da B3, acumula alta superior a 31% no ano até 22 de dezembro, movimento que recolocou o mercado acionário doméstico em tendência clara de valorização. Esse desempenho justifica o desembolso de dividendos.
Segundo levantamento da consultoria Elos Ayta, somente no terceiro trimestre do ano, as empresas listadas na B3 desembolsaram R$ 71,5 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), um avanço expressivo de 27,3% em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, o volume pago aos acionistas aumentou 22,4% frente ao terceiro trimestre de 2024, marcando um dos ciclos de distribuição mais fortes desde janeiro de 2023.
Entre janeiro de 2023 e setembro de 2025, as empresas da B3 desembolsaram um total de R$ 786,2 bilhões em dividendos e JCP. Desse montante, a Petrobras sozinha foi responsável por R$ 236,2 bilhões, o equivalente a 30% de tudo o que saiu do caixa das companhias brasileiras para remunerar seus acionistas no período.
“Os dados mostram que o governo Lula registra, até aqui, um dos ciclos de dividendos mais intensos da história da B3, puxado por Petrobras, bancos e mineração. Mas o terceiro trimestre de 2025 trouxe um sinal adicional: as empresas, excluindo a Petrobras, aceleraram seus pagamentos em ritmo ainda maior, indicando uma base mais ampla de distribuição de renda corporativa no mercado brasileiro”, avalia o economista Einar Rivero, sócio da consultoria Elos Ayta.
Ranking: As 13 empresas que mais pagaram dividendos e JCP no ano (até setembro):
Petrobras: R$ 37,35 bilhões
Itaú Unibanco: R$ 28,22 bilhões
Vale: R$ 19,45 bilhões
Ambev: R$ 10,77 bilhões
Itaúsa: R$ 10,13 bilhões
Bradesco: R$ 9,16 bilhões
Banco do Brasil: R$ 8,67 bilhões
BB Seguridade: R$ 8,27 bilhões
Axia Energia: R$ 7,98 bilhões
Santander: R$ 7,76 bilhões
BTG Pactual: R$ 4,02 bilhões
Marfrig: R$ 3,84 bilhões
Weg: R$ 3,16 bilhões
"
["author"]=>
string(13) "Karlon Aredes"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(633573)
["filename"]=>
string(14) "granacemig.png"
["size"]=>
string(7) "2033105"
["mime_type"]=>
string(9) "image/png"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(67) " Empresas distribuem dividendos recordes/Foto: Pixabay/Reprodução"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(165) "Dividendos da Cemig no ano superam R$ 1,3 bi; estatal do petróleo já distribuiu R$ 37 bi e Vale e Itaú também são destaques
"
["author_slug"]=>
string(13) "karlon-aredes"
["views"]=>
int(103)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(true)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(96) "presente-de-natal-cemig-petrobras-e-listadas-na-b3-pagam-bilhoes-para-acionistas-confira-ranking"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(440)
["name"]=>
string(8) "Economia"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "economia"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(440)
["name"]=>
string(8) "Economia"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "economia"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2025-12-25 13:09:31.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2025-12-25 13:09:31.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2025-12-25T13:10:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(15) "/granacemig.png"
}
Presente de Natal para acionistas de várias empresas listadas na B3, a Bolsa de Valores brasileira. Bilhões de reais em dividendos estão sendo distribuídos em um ano de recorde da Bolsa. A Cemig, por exemplo, anunciou que pagará, em 30 de dezembro, R$ 417,30 milhões para quem possui ações da empresa. Em abril, já havia anunciado outros R$ 942 milhões, somando, portanto, mais de R$ 1,3 bilhão no ano. Apesar de o valor superar o prêmio da Mega da Virada, o montante da companhia mineira não é um dos maiores entre as empresas que estão remunerando seus acionistas.
Líder do ranking, a Petrobras anunciou pagamentos de R$ 37,3 bilhões nos três primeiros trimestres de 2025. Em seguida aparece o Itaú, que até setembro liberou R$ 28,2 bilhões em dividendos. A Vale repassa R$ 19,4 bilhões e fecha o “pódio” dos três maiores em liberação de proventos.
O Ibovespa, principal índice da B3, acumula alta superior a 31% no ano até 22 de dezembro, movimento que recolocou o mercado acionário doméstico em tendência clara de valorização. Esse desempenho justifica o desembolso de dividendos.
Segundo levantamento da consultoria Elos Ayta, somente no terceiro trimestre do ano, as empresas listadas na B3 desembolsaram R$ 71,5 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), um avanço expressivo de 27,3% em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, o volume pago aos acionistas aumentou 22,4% frente ao terceiro trimestre de 2024, marcando um dos ciclos de distribuição mais fortes desde janeiro de 2023.
Entre janeiro de 2023 e setembro de 2025, as empresas da B3 desembolsaram um total de R$ 786,2 bilhões em dividendos e JCP. Desse montante, a Petrobras sozinha foi responsável por R$ 236,2 bilhões, o equivalente a 30% de tudo o que saiu do caixa das companhias brasileiras para remunerar seus acionistas no período.
“Os dados mostram que o governo Lula registra, até aqui, um dos ciclos de dividendos mais intensos da história da B3, puxado por Petrobras, bancos e mineração. Mas o terceiro trimestre de 2025 trouxe um sinal adicional: as empresas, excluindo a Petrobras, aceleraram seus pagamentos em ritmo ainda maior, indicando uma base mais ampla de distribuição de renda corporativa no mercado brasileiro”, avalia o economista Einar Rivero, sócio da consultoria Elos Ayta.
Ranking: As 13 empresas que mais pagaram dividendos e JCP no ano (até setembro):
Petrobras: R$ 37,35 bilhões
Itaú Unibanco: R$ 28,22 bilhões
Vale: R$ 19,45 bilhões
Ambev: R$ 10,77 bilhões
Itaúsa: R$ 10,13 bilhões
Bradesco: R$ 9,16 bilhões
Banco do Brasil: R$ 8,67 bilhões
BB Seguridade: R$ 8,27 bilhões
Axia Energia: R$ 7,98 bilhões
Santander: R$ 7,76 bilhões
BTG Pactual: R$ 4,02 bilhões
Marfrig: R$ 3,84 bilhões
Weg: R$ 3,16 bilhões