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string(68) "Dólar desaba e perde força como investimento; confira alternativas"
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string(2616) "O dólar atingiu o menor patamar do ano e chegou à casa de R$ 4,83, nesta quinta-feira (24), acumulando uma queda de 13,3% desde janeiro. A queda abrupta é justificada pela alta das taxas de juros e o aumento no preço das commodities, que aumentam o fluxo de dólares para o Brasil e acabam forçando a cotação da moeda americana para baixo.
A coordenadora da XP Inc. em Minas Gerais, Jéssica Oliveira, explicou que o Brasil é um grande exportador de commodities, como minérios e produtos agrícolas, e que a demanda e os preços desses produtos estão em alta no mercado internacional, desta forma, o volume de dólares entrando no Brasil está maior. “O Brasil é um grande ofertante desses produtos; com preços e vendas em alta, entra mais dólar e a cotação cai”, explicou.
Outra razão, segundo Jéssica, é a alta nas taxas de juros, hoje em 11,75%. Nos Estados Unidos a taxa de juros teve o primeiro aumento e chegou a 0,5% ao ano. Por isso, “mesmo correndo um risco maior, o investidor estrangeiro escolhe investir nos títulos brasileiros, pois a taxa de remuneração é melhor” disse Jéssica.
Onde investir
Jéssica Oliveira sugere que as palavras de ordem para quem investe sempre devem ser “diversificação e paciência”, mas salienta que, neste momento, títulos públicos com remuneração atrelada à inflação merecem a atenção do investidor. Segundo ela, a guerra e o contexto brasileiro indicam uma tendência de manutenção da inflação em índices elevados, aumentando a remuneração desses títulos.
Uma outra boa alternativa, que tem atraído o investimento estrangeiro, são ações de empresas produtoras de commodities, como Vale, Petrobras e Gerdau, sugere.
Como ponto negativo, ela explica que, no curto prazo, investimentos em câmbio podem não dar um bom resultado. Porém, Jéssica salienta que a expectativa do mercado é que a taxa de câmbio encerre o ano em alta, acima dos R$ 5, mantendo-se ainda como um bom investimento no longo prazo.
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A coordenadora da XP Inc. em Minas Gerais, Jéssica Oliveira, explicou que o Brasil é um grande exportador de commodities, como minérios e produtos agrícolas, e que a demanda e os preços desses produtos estão em alta no mercado internacional, desta forma, o volume de dólares entrando no Brasil está maior. “O Brasil é um grande ofertante desses produtos; com preços e vendas em alta, entra mais dólar e a cotação cai”, explicou.
Outra razão, segundo Jéssica, é a alta nas taxas de juros, hoje em 11,75%. Nos Estados Unidos a taxa de juros teve o primeiro aumento e chegou a 0,5% ao ano. Por isso, “mesmo correndo um risco maior, o investidor estrangeiro escolhe investir nos títulos brasileiros, pois a taxa de remuneração é melhor” disse Jéssica.
Onde investir
Jéssica Oliveira sugere que as palavras de ordem para quem investe sempre devem ser “diversificação e paciência”, mas salienta que, neste momento, títulos públicos com remuneração atrelada à inflação merecem a atenção do investidor. Segundo ela, a guerra e o contexto brasileiro indicam uma tendência de manutenção da inflação em índices elevados, aumentando a remuneração desses títulos.
Uma outra boa alternativa, que tem atraído o investimento estrangeiro, são ações de empresas produtoras de commodities, como Vale, Petrobras e Gerdau, sugere.
Como ponto negativo, ela explica que, no curto prazo, investimentos em câmbio podem não dar um bom resultado. Porém, Jéssica salienta que a expectativa do mercado é que a taxa de câmbio encerre o ano em alta, acima dos R$ 5, mantendo-se ainda como um bom investimento no longo prazo.