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A expectativa é que a CMO (Comissão Mista de Orçamento) se reúna pela manhã para debater e votar o parecer do relator geral. Com isso, o texto seria levado ao plenário do Congresso em sessão convocada para a tarde de segunda.
Na quinta-feira (16), o Ministério da Economia enviou a Leal e à presidente da CMO, senadora Rose de Freitas (MDB-ES), um ofício pedindo que fossem reservados R$ 2,5 bilhões para reajustes salariais a servidores, mas sem citar categorias.
Outros R$ 355 milhões seriam destinados a despesas financeiras, que não se sujeitam ao teto, e bancariam a contribuição da União para o regime previdenciário desses servidores.
Dias antes, em reunião, o presidente Jair Bolsonaro (PL) havia pressionado por aumento a policiais, em ajuste a ser feito em um projeto de reestruturação das carreiras da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e do Depen (Departamento Penitenciário Nacional).
O aceno aos policiais ocorre em um contexto em que o presidente precisa preservar o apoio de segmentos de eleitores, como policiais e evangélicos, após a divulgação de pesquisas de intenção de voto desfavoráveis a Bolsonaro.
O último levantamento feito pelo Datafolha traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 48% no primeiro turno, contra 22% de Bolsonaro.
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