ATO DE AMOR

Motivados pela campanha Adotar é Amor, clubes de futebol, personalidades, autoridades, instituições nacionais e internacionais, órgãos públicos e tribunais de todo o Brasil se uniram na ação promovida pelo Conselho Nacional de Justiça em benefício da adoção.


Uma mobilização digital promovida recentemente pelo CNJ reuniu histórias, sonhos e informações sobre adoção, com posts, vídeos e manifestações de apoio às mais de quatro mil crianças que ainda aguardam para encontrar uma família.

Associações nacionais e internacionais de proteção à criança, advogados, políticos e pré-candidatos à eleição e entidades como a Organização Internacional do Trabalho e o Unicef participaram da mobilização digital. Os depoimentos de pais e filhos por adoção se somaram às manifestações de personalidades, como a atriz e empresária Luíza Brunet e a jornalista Rachel Sheherazade, e da expectativa de tantos outros que aguardam o telefonema da Justiça, chamando para conhecerem seus futuros filhos.

Em campo com a parceria da Confederação Brasileira de Futebol, a campanha Adotar é Amor ganhou visibilidade em 15 jogos da Série A do Campeonato Brasileiro, e em 12 jogos da Série B, com faixas nos estádios sobre a mobilização nacional.

Os clubes também participaram do tuitaço, engajando os torcedores na ação. Fluminense, Flamengo, Palmeiras, Cuiabá, Avaí, Atlético-GO e Grêmio Novorizontino publicaram manifestações em prol da adoção.

Ações regionais  


Os tribunais de todo o país, e outros órgãos como Ministérios Públicos, Defensorias Públicas, OAB e escolas judiciárias, também se engajaram na campanha, destacando as iniciativas locais. Vídeos de servidores que têm filhos adotivos, histórias sobre processos concluídos e até caminhadas pelas cidades foram feitos pelos órgãos e publicados nas redes sociais.

Segundo o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), há mais de 4,1 mil crianças disponíveis para adoção no Barsil, sendo que pouco mais de 300 têm até dois anos e mais de 700 têm mais de 16 anos. Estão habilitados mais de 32 mil candidatos a adotantes.

Fonte: CNJ