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O Tchanzinho Zona Norte desfila no Carnaval de Belo Horizonte 2026 no sábado (14), com um cortejo que une axé, humor e reflexão. Com concentração a partir das 8h e desfile das 9h às 14h, o bloco ocupa a Via das Artes da avenida dos Andradas, no número 3.560, apresentando o tema deste ano: “O Tchanzinho vai de 1508”.
A proposta parte de uma referência à antiga linha de ônibus Nova Gameleira / Santa Cruz, criada em 1983 e extinta em 1998. A linha voltou ao debate público recentemente após ser citada por um agente público ao comentar discussões sobre tarifa zero. A partir dessa provocação, o Tchanzinho Zona Norte transforma uma memória urbana em símbolo para discutir o futuro da mobilidade.
O desfile de 2026 coloca em pauta temas como transporte público gratuito e de qualidade, mobilidade noturna, preservação ambiental, acesso aos espaços públicos, cultura como direito e políticas urbanas pensadas a partir de quem vive e circula por Belo Horizonte. A proposta é olhar para o passado para projetar a cidade que o bloco deseja viver.
“O transporte público aparece como eixo central porque ele organiza a vida na cidade. Falar de ônibus, metrô e mobilidade é falar de acesso, de trabalho, de lazer e de permanência”, explica Laila Heringer, fundadora e produtora do bloco. Como parte da estética do tema, o Tchanzinho convida os foliões a vestirem as cores dos antigos ônibus da capital: azul, vermelho e verde neon.
Música autoral e novidades no cortejo
Conhecido pela mistura de diversão, qualidade musical e “fuleiragem”, o Tchanzinho Zona Norte leva para a avenida, em 2026, o NewZam, ritmo autoral criado pelo grupo e presente tanto em releituras quanto em composições próprias. Este ano terá a estreia da Ala de Frente, posicionada à frente do trio elétrico, responsável por evoluções artísticas, interações com o público e diálogos diretos com a bateria e o Balezinho do Tchanzinho.
Duas músicas inéditas estreiam no desfile. “Na ZN Tem”, de Rodrigo Picolé, é um funk de exaltação à cultura periférica da Zona Norte e integra a playlist oficial do Carnaval de Belo Horizonte, com curadoria de Henrique Portugal. Já “Mina de Rolê”, de Thanya Canela, aposta em um balanço malemolente no ritmo NewZam e chega acompanhada de coreografia autoral.
Formação e trajetória do bloco
A bateria do Tchanzinho Zona Norte reúne cerca de 120 percussionistas, formados majoritariamente a partir da oficina percussiva Pra-tu-Batê!. O bloco conta ainda com o Balezinho do Tchanzinho, ala de dança comandada por Naline Ferraz e Vânia Cristina, além da Ala de Frente.
A banda será composta por 14 músicos, além de convidados, com inclusão de sopros e percussões. A vocalista é Thanya Canela, e a regência geral e direção musical ficam a cargo de Rodrigo Picolé, um dos fundadores do bloco.
Criado em 2012, durante a retomada do Carnaval de rua em Belo Horizonte, o Tchanzinho Zona Norte se consolidou como um dos blocos mais emblemáticos da cidade. Inicialmente inspirado na axé music dos anos 1990 e 2000, o grupo construiu identidade própria ao investir em músicas autorais e em performances que mesclam nostalgia, pop contemporâneo e tecnologias musicais próprias.
Serviço – Bloco Tchanzinho Zona Norte | Carnaval 2026
Data: Sábado, 14 de fevereiro de 2026
Concentração: 8h
Desfile: 9h às 14h
Local: Avenida dos Andradas, 3560 – Via das Artes (Avenida Sonorizada da Andradas)
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A proposta parte de uma referência à antiga linha de ônibus Nova Gameleira / Santa Cruz, criada em 1983 e extinta em 1998. A linha voltou ao debate público recentemente após ser citada por um agente público ao comentar discussões sobre tarifa zero. A partir dessa provocação, o Tchanzinho Zona Norte transforma uma memória urbana em símbolo para discutir o futuro da mobilidade.
O desfile de 2026 coloca em pauta temas como transporte público gratuito e de qualidade, mobilidade noturna, preservação ambiental, acesso aos espaços públicos, cultura como direito e políticas urbanas pensadas a partir de quem vive e circula por Belo Horizonte. A proposta é olhar para o passado para projetar a cidade que o bloco deseja viver.
“O transporte público aparece como eixo central porque ele organiza a vida na cidade. Falar de ônibus, metrô e mobilidade é falar de acesso, de trabalho, de lazer e de permanência”, explica Laila Heringer, fundadora e produtora do bloco. Como parte da estética do tema, o Tchanzinho convida os foliões a vestirem as cores dos antigos ônibus da capital: azul, vermelho e verde neon.
Música autoral e novidades no cortejo
Conhecido pela mistura de diversão, qualidade musical e “fuleiragem”, o Tchanzinho Zona Norte leva para a avenida, em 2026, o NewZam, ritmo autoral criado pelo grupo e presente tanto em releituras quanto em composições próprias. Este ano terá a estreia da Ala de Frente, posicionada à frente do trio elétrico, responsável por evoluções artísticas, interações com o público e diálogos diretos com a bateria e o Balezinho do Tchanzinho.
Duas músicas inéditas estreiam no desfile. “Na ZN Tem”, de Rodrigo Picolé, é um funk de exaltação à cultura periférica da Zona Norte e integra a playlist oficial do Carnaval de Belo Horizonte, com curadoria de Henrique Portugal. Já “Mina de Rolê”, de Thanya Canela, aposta em um balanço malemolente no ritmo NewZam e chega acompanhada de coreografia autoral.
Formação e trajetória do bloco
A bateria do Tchanzinho Zona Norte reúne cerca de 120 percussionistas, formados majoritariamente a partir da oficina percussiva Pra-tu-Batê!. O bloco conta ainda com o Balezinho do Tchanzinho, ala de dança comandada por Naline Ferraz e Vânia Cristina, além da Ala de Frente.
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Criado em 2012, durante a retomada do Carnaval de rua em Belo Horizonte, o Tchanzinho Zona Norte se consolidou como um dos blocos mais emblemáticos da cidade. Inicialmente inspirado na axé music dos anos 1990 e 2000, o grupo construiu identidade própria ao investir em músicas autorais e em performances que mesclam nostalgia, pop contemporâneo e tecnologias musicais próprias.
Serviço – Bloco Tchanzinho Zona Norte | Carnaval 2026
Data: Sábado, 14 de fevereiro de 2026
Concentração: 8h
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