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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou nesta segunda-feira (13) uma nota em apoio ao Papa Leão XIV, após ele receber críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O documento surge como uma resposta institucional de respaldo à postura do Sumo Pontífice ao agravamento dos conflitos armados no Oriente Médio. No sábado (11), em uma vigília especial de oração na Basílica de São Pedro, o papa apelou aos governantes do mundo para conterem toda a "demonstração de força" e "sentarem-se à mesa do diálogo e da mediação".
A CNBB apontou que a autoridade do Papa Leão XIV é guiada pela "fidelidade ao Evangelho".
A conferência brasileira ainda sustenta que o Leão XIV atua continuamente para defender a dignidade humana e a promoção do diálogo para a resolução de conflitos.
"A autoridade espiritual e moral do Papa não se orienta pela lógica do confronto político, mas pela fidelidade ao Evangelho, que continuamente eleva a voz em defesa da paz, da dignidade humana e do diálogo entre os povos", diz o texto.
A nota é assinada pela cúpula da entidade: o presidente da CNBB, Cardeal Jaime Spengler; o 1º e o 2º vice-presidentes da CNBB, respectivamente, Dom João Justino de Medeiros e Dom Paulo Jackson; e ainda o secretário-geral da CNBB, Dom Ricardo Hoepers.
Entenda
Na noite deste domingo (12), em declaração à imprensa, Trump classificou o Papa Leão XIV como "fraco no combate ao crime e péssimo em política externa" além de ser "uma pessoa muito liberal". Leão XIV é o primeiro papa norte-americano e assumiu a liderança da Igreja Católica em maio de 2025.
O presidente dos Estados Unidos afirmou não gostar do posicionamento do Papa em relação a armas nucleares.
“Não queremos um Papa que diga que o crime é aceitável em nossas cidades. Eu não gosto disso. Não sou um grande fã do Papa Leão.”
O presidente dos Estados Unidos, também publicou uma montagem gerada por inteligência artificial que retratava a si mesmo como divino curando um homem enfermo. O post foi feito no domingo (12) e apagado na segunda-feira. (13)
Na manhã desta segunda-feira, o Papa Leão declarou não ter medo do governo Trump ou de proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho. A fala se deu em resposta ao questionamentos de jornalistas que estavam com ele a bordo do avião papal, na primeira etapa de sua viagem apostólica ao continente africano.
“Não tenho qualquer intenção de entrar em um debate com ele [Donald Trump]. Ao contrário, a mensagem sempre foi a mesma: a paz. Digo isso para todos os líderes do mundo, não apenas para ele: vamos tentar acabar com as guerras e promover a paz e reconciliação.”
Na conta oficial do Vaticano no Instagram, reafirmou o posicionamento e incentivou o diálogo e o multilateralismo entre os Estados para encontrar soluções para os problemas.
“Muita gente está sofrendo hoje, muitos inocentes foram mortos e acredito que alguém precisa se levantar e dizer que existe um caminho melhor”, enfatizou o Papa Leão XIV.
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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou nesta segunda-feira (13) uma nota em apoio ao Papa Leão XIV, após ele receber críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O documento surge como uma resposta institucional de respaldo à postura do Sumo Pontífice ao agravamento dos conflitos armados no Oriente Médio. No sábado (11), em uma vigília especial de oração na Basílica de São Pedro, o papa apelou aos governantes do mundo para conterem toda a "demonstração de força" e "sentarem-se à mesa do diálogo e da mediação".
A CNBB apontou que a autoridade do Papa Leão XIV é guiada pela "fidelidade ao Evangelho".
A conferência brasileira ainda sustenta que o Leão XIV atua continuamente para defender a dignidade humana e a promoção do diálogo para a resolução de conflitos.
"A autoridade espiritual e moral do Papa não se orienta pela lógica do confronto político, mas pela fidelidade ao Evangelho, que continuamente eleva a voz em defesa da paz, da dignidade humana e do diálogo entre os povos", diz o texto.
A nota é assinada pela cúpula da entidade: o presidente da CNBB, Cardeal Jaime Spengler; o 1º e o 2º vice-presidentes da CNBB, respectivamente, Dom João Justino de Medeiros e Dom Paulo Jackson; e ainda o secretário-geral da CNBB, Dom Ricardo Hoepers.
Entenda
Na noite deste domingo (12), em declaração à imprensa, Trump classificou o Papa Leão XIV como "fraco no combate ao crime e péssimo em política externa" além de ser "uma pessoa muito liberal". Leão XIV é o primeiro papa norte-americano e assumiu a liderança da Igreja Católica em maio de 2025.
O presidente dos Estados Unidos afirmou não gostar do posicionamento do Papa em relação a armas nucleares.
“Não queremos um Papa que diga que o crime é aceitável em nossas cidades. Eu não gosto disso. Não sou um grande fã do Papa Leão.”
O presidente dos Estados Unidos, também publicou uma montagem gerada por inteligência artificial que retratava a si mesmo como divino curando um homem enfermo. O post foi feito no domingo (12) e apagado na segunda-feira. (13)
Na manhã desta segunda-feira, o Papa Leão declarou não ter medo do governo Trump ou de proclamar em voz alta a mensagem do Evangelho. A fala se deu em resposta ao questionamentos de jornalistas que estavam com ele a bordo do avião papal, na primeira etapa de sua viagem apostólica ao continente africano.
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