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Na verdade, quatro dias antes, a equipe de reportagem da revista havia entrado em contato com o GSI para questionar se Villas Bôas ainda estava na folha de pagamentos do órgão - seu salário era de R$ 13.623,39 - e se ele cumpria as 40 horas de trabalho semanais.
Sem resposta, a Piauí voltou a contatar o GSI no dia 20. Desta vez, um "alto funcionário, militar" respondeu, afirmando que o general seria exonerado "naquele mesmo dia", para evitar o constrangimento de ser exposto como funcionário-fantasma em uma reportagem. Além disso, evitaria que o governo fosse acusado de mantê-lo numa sinecura.
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Exonerado do cargo de assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) em 21 de junho, o general Villas Bôas não deixou o cargo "a pedido" próprio, segundo a revista Piauí.
Na verdade, quatro dias antes, a equipe de reportagem da revista havia entrado em contato com o GSI para questionar se Villas Bôas ainda estava na folha de pagamentos do órgão - seu salário era de R$ 13.623,39 - e se ele cumpria as 40 horas de trabalho semanais.
Sem resposta, a Piauí voltou a contatar o GSI no dia 20. Desta vez, um "alto funcionário, militar" respondeu, afirmando que o general seria exonerado "naquele mesmo dia", para evitar o constrangimento de ser exposto como funcionário-fantasma em uma reportagem. Além disso, evitaria que o governo fosse acusado de mantê-lo numa sinecura.