Desde 2019, cerca de vinte acusações de violência contra a mulher envolvendo Policiais Militares (PMs) foram analisadas por reportagem do jornal O Globo. Em cinco delas, o agente era reincidente e descumpriu medidas protetivas. Em outros seis casos, há medidas em curso contra os agentes, que não podem se aproximar das mulheres. Sete policiais perderam o porte de arma. Sete já são réus na Justiça e um até foi condenado. Todos, no entanto, continuam em exercício na corporação.
Em setembro de 2019, o cabo Bruno Ribeiro de Abreu foi acusado de aplicar uma gravata no pescoço de sua mulher e colocar uma arma de fogo contra sua cabeça na residência do casal, em Rio das Ostras, Região dos Lagos. As agressões foram testemunhadas por uma amiga da vítima, com quem ela fazia uma chamada de vídeo. Quatro meses antes, a justiça já havia determinado que o policial se afastasse da companheira após uma agressão, logo ele era reincidente. Para a PM, Bruno Abreu cometeu apenas uma “transgressão leve”. O processo administrativo aberto para avaliar a conduta dele resultou em repreensão. Abreu segue fazendo patrulhamento normal nas ruas.
PMs acusados de agredir mulheres não são punidos e permanecem na corporação
Desde 2019, cerca de vinte acusações de violência contra a mulher envolvendo Policiais Militares (PMs) foram analisadas por reportagem. Mesmo com casos de reincidência, todos os agentes continuam em exercício na corporação
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