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Segundo a coluna do jornalista Rodrigo Rangel, do Metrópoles, a transferência estava no radar da direção da corporação até a última quinta-feira (23), um dia após a operação Acesso Pago, que prendeu o ex-ministro e pastores suspeitos de intermediarem verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) mediante o recebimento de propinas, ter sido deflagrada.
Calandrini virou o pivô de uma crise interna na Polícia Federal ao apontar a interferência de superiores na condução do inquérito sobre o escândalo no Ministério da Educação e no que qualificou como “tratamento diferenciado” concedido ao ex-ministro.
Na sexta-feira (24), o Ministério Público Federal corroborou as afirmações do delegado e viu indícios de que Jair Bolsonaro pode ter interferido na investigação. A parte do inquérito sobre este caso foi enviado para o Supremo Tribunal Federal (STF) em função do foro privilegiado do atual ocupante do Palácio do Planalto.
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A cúpula da Polícia Federal (PF) cogitou transferir o delegado Bruno Calandrini, responsável pelas investigações que levaram o ex-ministro Milton Ribeiro à prisão, do setor de inquéritos especiais da PF, que investiga casos envolvendo autoridades, para a Divisão de Repressão a Crimes Cibernéticos.
Segundo a coluna do jornalista Rodrigo Rangel, do Metrópoles, a transferência estava no radar da direção da corporação até a última quinta-feira (23), um dia após a operação Acesso Pago, que prendeu o ex-ministro e pastores suspeitos de intermediarem verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) mediante o recebimento de propinas, ter sido deflagrada.
Calandrini virou o pivô de uma crise interna na Polícia Federal ao apontar a interferência de superiores na condução do inquérito sobre o escândalo no Ministério da Educação e no que qualificou como “tratamento diferenciado” concedido ao ex-ministro.
Na sexta-feira (24), o Ministério Público Federal corroborou as afirmações do delegado e viu indícios de que Jair Bolsonaro pode ter interferido na investigação. A parte do inquérito sobre este caso foi enviado para o Supremo Tribunal Federal (STF) em função do foro privilegiado do atual ocupante do Palácio do Planalto.