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Motoristas que circulam diariamente por rodovias brasileiras convivem com regras que vão muito além do uso do cinto de segurança e do respeito à velocidade, e, em um cenário de fiscalização cada vez mais intensa em 2025, ignorar essas normas deixou de ser um simples descuido e passou a representar um problema sério na estrada, com risco real à segurança viária, multas altas e possibilidade de suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Os órgãos de trânsito, como o Detran e a Polícia Rodoviária, têm reforçado a fiscalização sobre comportamentos que ainda são vistos como "normais" por muitos condutores. São atitudes que parecem rápidas ou inofensivas, mas que estão ligadas a acidentes graves, colisões em alta velocidade e atropelamentos.
A palavra-chave central nesse tema é proibições nas rodovias. Entre as condutas mais combatidas, três se destacam: dirigir sob efeito de álcool, avançar o sinal vermelho e transportar crianças sem cadeirinha ou dispositivo de retenção adequado, todas classificadas como infrações gravíssimas com impacto direto no direito de continuar dirigindo.

Erros comuns que motoristas cometem ao dirigir –
Créditos: (depositphotos.com / romanlisovy)
No caso do álcool ao volante, a legislação brasileira segue o modelo de tolerância zero, em que qualquer quantidade de álcool detectada já é suficiente para caracterizar infração. A penalidade envolve multa próxima de R$ 3 mil, suspensão da CNH por 12 meses, registro de infração gravíssima e sanção idêntica em caso de recusa ao teste do bafômetro.
Avançar o sinal vermelho, tanto em trechos urbanos próximos a rodovias quanto em cruzamentos de acesso, continua entre as condutas mais multadas. A manobra está ligada a colisões laterais e atropelamentos, gera 7 pontos na CNH, multa de cerca de R$ 293,47 e é classificada como comportamento imprudente por ignorar a preferência de passagem e a sinalização oficial da via.
No conjunto das proibições nas estradas, o transporte de crianças sem os dispositivos adequados é uma das maiores preocupações dos órgãos de fiscalização. A legislação define, por faixa etária e peso, o uso de bebê-conforto, cadeirinha ou assento de elevação, pois o risco de lesões em frenagens bruscas ou colisões aumenta significativamente quando esses itens não são utilizados.
Além da proteção física, a penalidade para quem descumpre essa regra é rígida: multa gravíssima, valor em torno de R$ 293,47, inclusão de 7 pontos na CNH e, em muitos casos, retenção do veículo até a regularização. Para orientar os condutores, a lei estabelece critérios claros de escolha do equipamento adequado para cada fase da criança:
Até 1 ano: uso de bebê-conforto, virado para trás, conforme o peso.
De 1 a 4 anos: cadeirinha instalada no banco traseiro.
De 4 a 7 anos e meio: assento de elevação com cinto de três pontos.
A partir de 7 anos e meio: uso do cinto, respeitando altura e ajuste corretos.
Além das multas financeiras associadas às proibições nas rodovias, o motorista precisa acompanhar a evolução dos pontos na CNH, que variam conforme a gravidade da infração: leves somam 3 pontos, médias 4, graves 5 e gravíssimas 7 pontos. O acúmulo de infrações em 12 meses pode levar à suspensão, mesmo sem a prática de uma única conduta gravíssima isolada.
Com as mudanças mais recentes do Código de Trânsito Brasileiro, o limite de pontos passou a considerar o histórico de infrações gravíssimas do condutor, o que torna práticas de alto risco, como dirigir alcoolizado ou transportar criança sem cadeirinha, ainda mais determinantes para a suspensão da CNH.
40 pontos: quando não há nenhuma infração gravíssima no período.
30 pontos: quando existe uma infração gravíssima registrada.
20 pontos: quando o motorista cometeu duas ou mais infrações gravíssimas.
Em rodovias com fiscalização eletrônica, radares, câmeras e operações especiais em feriados prolongados, o trânsito tende a ser mais controlado e monitorado. Respeitar as principais proibições nas estradas, conhecer as penalidades e entender o funcionamento da pontuação na CNH ajuda a reduzir acidentes, preservar vidas e evitar interrupções forçadas no direito de dirigir.
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Os órgãos de trânsito, como o Detran e a Polícia Rodoviária, têm reforçado a fiscalização sobre comportamentos que ainda são vistos como "normais" por muitos condutores. São atitudes que parecem rápidas ou inofensivas, mas que estão ligadas a acidentes graves, colisões em alta velocidade e atropelamentos.
A palavra-chave central nesse tema é proibições nas rodovias. Entre as condutas mais combatidas, três se destacam: dirigir sob efeito de álcool, avançar o sinal vermelho e transportar crianças sem cadeirinha ou dispositivo de retenção adequado, todas classificadas como infrações gravíssimas com impacto direto no direito de continuar dirigindo.

Erros comuns que motoristas cometem ao dirigir –
Créditos: (depositphotos.com / romanlisovy)
No caso do álcool ao volante, a legislação brasileira segue o modelo de tolerância zero, em que qualquer quantidade de álcool detectada já é suficiente para caracterizar infração. A penalidade envolve multa próxima de R$ 3 mil, suspensão da CNH por 12 meses, registro de infração gravíssima e sanção idêntica em caso de recusa ao teste do bafômetro.
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No conjunto das proibições nas estradas, o transporte de crianças sem os dispositivos adequados é uma das maiores preocupações dos órgãos de fiscalização. A legislação define, por faixa etária e peso, o uso de bebê-conforto, cadeirinha ou assento de elevação, pois o risco de lesões em frenagens bruscas ou colisões aumenta significativamente quando esses itens não são utilizados.
Além da proteção física, a penalidade para quem descumpre essa regra é rígida: multa gravíssima, valor em torno de R$ 293,47, inclusão de 7 pontos na CNH e, em muitos casos, retenção do veículo até a regularização. Para orientar os condutores, a lei estabelece critérios claros de escolha do equipamento adequado para cada fase da criança:
Até 1 ano: uso de bebê-conforto, virado para trás, conforme o peso.
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Em rodovias com fiscalização eletrônica, radares, câmeras e operações especiais em feriados prolongados, o trânsito tende a ser mais controlado e monitorado. Respeitar as principais proibições nas estradas, conhecer as penalidades e entender o funcionamento da pontuação na CNH ajuda a reduzir acidentes, preservar vidas e evitar interrupções forçadas no direito de dirigir.