Acusado de matar jovem durante carona pelo Whatsapp é condenado


Enviado em 19 de setembro de 2018 às 18:37:20


Outros dois homens também estão sendo julgados por participação no crime

 

Homem foi condenadoa 42 anos, 11 meses e sete dias de reclusão em regime fechado pelo crime

 
 

O suspeito de matar a estudante , de 23 anos, depois de uma carona combinada por um grupo de Whatsapp foi condenado a 42 anos, 11 meses e sete dias de reclusão em regime fechado pelo crime. A sentença de Jonathan Pereira do Prado, de 33 anos foi dada nesta quarta-feira (19). Ele está preso em Frutal no Triângulo Mineiro desde o último dia 3.

Prado já tinha confessado o crime e as investigações apontam que ele amarrou os braços para trás com uma corda e mergulhou a cabeça dela no Ribeirão Marimbondo, que passa às margens da MG-255, em Frutal.  O processo segue em segredo de Justiça e por isso não houve detalhes da condenação.

Pelo Ministério Público de Minas Gerais, o suspeito foi indiciado pelos crimes de Latrocínio - roubo seguido de morte e ocultação de cadáver. Segundo o MPMG, o suspeito "induziu a vítima a erro com o propósito de levar a cabo os crimes que seriam praticados em subsequência, objetivando, covardemente, que a jovem não temesse viajar apenas com ele”.

Outros dois acusados do crime Daniel Theodoro da Silva e Wander Luís Cunha, que teriam receptado objetos roubados da vítima, tiveram a liberdade concedida pelo Judiciário.

Entenda o caso

A jovem foi morta no dia 1º de novembro durante uma viagem saindo de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, onde estudava e trabalhava, para Itapagipe, no Triângulo Mineiro, onde ia para visitar o namorado.O corpo de Kelly foi encontrado em um córrego, próximo ao KM 25 da rodovia MG-255.

Ela estava seminua, vestida apenas com uma blusa. A família reconheceu o corpo, e a calça que ela usava no dia do desaparecimento foi encontrada a cerca de 3 km de distância.

Prado combinou que pegaria carona com uma suposta companheira. Quando a vítima chegou ao local combinado, contudo, só o homem estava.

O último contato de Kelly com a família ocorreu quando ela parou para abastecer o carro em um posto de combustíveis na BR-153, em Nova Granada, em São Paulo. Depois disso, os familiares não conseguiram mais falar com a jovem.


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