Gasolina cai e álcool tem maior queda do ano em BH

Por Juliana Cipriani/ EM.com.br


Enviado em 13 de agosto de 2018 às 13:10:10


Os preços haviam subido após a greve dos caminhoneiros, que levou ao desabastecimento(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press.)

 

Segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira, o preço médio do etanol hoje é de R$ 2,828

 


Após meses de alta nos preços, os motoristas de Belo Horizonte e da sua região metropolitana estão começando a encontrar valores mais viáveis nos postos de combustível, principalmente para quem abastece com álcool. Pesquisa do site Mercado Mineiro divulgada nesta segunda-feira (13) mostra a maior queda do etanol em 2018. A gasolina também teve o preço reduzido. 

Segundo o levantamento feito em 133 postos da Região Metropolitana de BH, a diminuição no preço da gasolina foi de 1,39%. Já no álcool vendido nas bombas, a redução no último mês foi de 6,76%. 

Os preços foram registrados entre os dias 8 e 10 de agosto. 

Para a gasolina comum, o menor custo foi de R$4,494 e o maior de R$5,099, uma variação de 13,46%. O preço médio, em comparação com julho, caiu R$ 0,07 (1,39%), já que o valor era de R$ 4,750 e passou a R$ 4,684.
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Queda acumulada

Segundo a pesquisa, em dois meses, a queda acumulada na gasolina comum chegou a 3,90%

Já no caso do etanol, segundo o Mercado Mineiro, o preço variou 23,09%, sendo encontrado de R$ 2,599 a R$ 3,199. A diminuição do valor médio foi de R$ 3,033 para R$2,828. 

O etanol continua viável ao bolso do consumidor, já que a diferença permanece abaixo dos 70% em relação ao preço da gasolina. 

Safra e consumo

Para o coordenador do Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, a queda do etanol, maior do ano de 2018, ajudou a diminuir o preço da gasolina, já que o produto consta de sua composição. Mas, para ele, a redução se deve principalmente ao baixo consumo causado pela crise financeira. 

“Depois da greve dos caminhoneiros, os preços subiram muito e muita gente está deixando de andar de carro, as pessoas estão economizando e os postos reclamam de falta de consumidor”, avalia Abreu. 

Segundo o pesquisador, os donos de carros bicombustível também substituíram a gasolina, levando a consumos recordes de álcool. Tudo isso forçou o preço para baixo. 

A redução do etanol, segundo Feliciano Abreu, se deve ao período de safra em que a oferta do combustível cresce e o preço cai.

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